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Disfunções temporomandibulares sinais, sintomas e abordagem multidisciplinar - Rodrigo Andrade
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Disfunções temporomandibulares: sinais, sintomas e abordagem multidisciplinar

Revista CEFAC

version ISSN 1516-1846

Rev. CEFAC vol.12 no.5 São Paulo Sept./Oct. 2010 Epub Apr 23, 2010

doi: 10.1590/S1516-18462010005000085

Disfunções temporomandibulares: sinais, sintomas e abordagem multidisciplinar

Temporomandibular Disorders: signs, symptoms and multidisciplinary approach

Mariana Del Cistia DonnarummaI; Carlos Alberto MuzilliII; Cristiane FerreiraIII; Kátia NemrIV

IFonoaudióloga em Clínica Especializada em Audiometria e Terapias; Especializanda em Motricidade Orofacial pelo CEFAC - Saúde e Educação
IIDentista; Professor da Universidade Paulista - Sorocaba e São Leopoldo Mandique - Campinas; Doutor em Próteses Dentárias pela Universidade de São Paulo
IIIFonoaudióloga da Prefeitura de Mauá-SP; Especialista em Linguagem, Especializanda em Motricidade Orofacial pelo CEFAC - Saúde e Educação
IVFonoaudióloga; Docente da Universidade de São Paulo; Doutora em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo

Endereço para correspondência


RESUMO

OBJETIVO: verificar perfil, queixa e principais sinais e sintomas de uma amostra de pacientes com disfunção temporomandibular que estiveram ou estão em tratamento ortodôntico e observar a ocorrência de atendimentos multidisciplinares.
MÉTODOS: foram coletados dados de 125 prontuários em uma clínica odontológica da cidade de Sorocaba e os itens analisados nos prontuários foram: sexo, idade, profissão, queixa, três principais sinais e sintomas dos pacientes e se houve encaminhamento para avaliação fonoaudiológica, fisioterápica e psicológica.
RESULTADOS: predominância feminina, sendo 107 mulheres (85,6%) e 18 homens (14,4%). Média de idade de 35 anos, sendo a menor idade 14 anos e a maior 74 anos. Relação da disfunção temporomandibular com as profissões: 43 (34,4%) eram profissionais com vínculo empregatício. Queixa trazida pelo paciente: dor na região da articulação temporomandibular e masseter: 86 - (68,8%). Três principais sinais e sintomas observados na avaliação ortodôntica: dor na região da articulação temporomandibular e masseter: 98 - 78,4%; estalos unilaterais: 55 - 44% e travamento: 23 - 18,4%. Conduta de encaminhamentos: fonoaudiologia 59 (47,2%); fisioterapia 40 (32%) e psicologia 53 (42,4%).
CONCLUSÃO: na amostra pesquisada, a prevalência de casos de disfunção temporomandibular foi maior no sexo feminino, com queixa de dor. Os principais sinais e sintomas foram: dor, estalo unilateral e travamento e houve encaminhamento para atendimentos multidisciplinares nas áreas de Fonoaudiologia, Fisioterapia e Psicologia.

Descritores: Síndrome da Disfunção da Articulação Temporomandibular; Dor Facial

 


ABSTRACT

PURPOSE: to check the main signs and symptoms of a sample of patients with temporomandibular dysfunction that were or are under orthodontic treatment and observe if there was a possible multidisciplinary treatment.
METHODS: data from 125 medical records collected in a orthodontic clinic located in Sorocaba and the analyzed items were: gender, age, profession, complains, three main signs and symptoms of the patients and if they had been submitted to evaluation with a speech therapist, physiotherapist and psychological.
RESULTS: feminine predominance, being 107 women (85.6%) and 18 men (14.4%). Average of age: 35 year-old, being the smallest age 14 years and the largest 74 years. Relationship of temporomandibular dysfunction with the professions: 43 - (34.4%) were professional with contract of employment. Complaint brought by the patient: pain in the area of temporomandibular articulation and masseter: 86 - (68.8%). Three main signs and symptoms observed in the orthodontic evaluation: pain in the temporomandibular articulation and masseter area: 98 - 78.4%; unilateral cracks: 55 - 44% and locking: 23 - 18.4%. Conduct of referrals: speech therapy 59 - (47, 2%); physiotherapy 40 (32%) and psychology 53 (42.4%).
CONCLUSION: in the researched sample, the prevalence of cases related to temporomandibular dysfunction was higher in the feminine gender, with pain complaint. The main signs and symptoms were: pain, unilateral crack and locking and there was a referral for multidisciplinary cares for speech therapy, physiotherapy and psychology areas.

Keywords: Temporomandibular Articulation Dysfunction Syndrome; ; Sign; Symptoms; Facial Pain


INTRODUÇÃO

A articulação temporomandibular (ATM) é a única articulação móvel do crânio. É considerada a mais complexa do corpo humano, por duas razões: é a única que permite movimentos rotacionais e translacionais, devido à articulação dupla do côndilo. Além disto, existem duas articulações conectadas a um único osso, a mandíbula, as quais funcionam simultaneamente 1. Para que a articulação temporomandibular funcione de forma adequada, a própria articulação temporomandibular, a oclusão dental e o equilíbrio neuromuscular devem relacionar-se harmonicamente 2.

O termo disfunção temporomandibular (DTM) é utilizado para reunir um grupo de doenças que acometem os músculos mastigatórios, ATM e estruturas adjacentes 3. As DTMs podem ser classificadas em dois grandes subgrupos: as de origem articular, ou seja, aquelas em que os sinais e sintomas estão relacionados à ATM; e as de origem muscular nas quais os sinais e sintomas relacionam-se com a musculatura estomatognática 4. A DTM tem etiologia multifatorial 2,5-10 e está relacionada com fatores estruturais, neuromusculares, oclusais 11 (perdas dentárias, desgaste dental, próteses mal adaptadas, cáries, restaurações inadequadas entre outras), psicológicos (devido a tensão há um aumento da atividade muscular que gera espasmo e fadiga), hábitos parafuncionais (bruxismo, onicofagia, apoio de mão na mandíbula, sucção digital ou de chupeta) 2 e lesões traumáticas ou degenerativas da ATM 12.

As DTM têm interpretação muito ampla e descrevem uma população geral de pacientes sofrendo de disfunção dos músculos e articulações da mandíbula, usualmente dolorosa 13. Quando presente, a DTM caracteriza-se por dores nas articulações temporomandibulares e nos músculos mastigatórios, sendo a dor o sintoma mais comum e as mulheres são mais afetadas que os homens numa proporção de 4:1 7.

Normalmente essa disfunção afeta tão enfaticamente a população que num estudo recente, os autores concluíram que a dor da DTM tem um impacto negativo na qualidade de vida do paciente, prejudicando as atividades do trabalho (59,09%), da escola (59,09%), o sono (68,18%) e o apetite/alimentação (63,64%) nos sujeitos pesquisados 14. Os sintomas auditivos referidos por pacientes com DTM são: dores de ouvido (otalgia), sensação de plenitude auricular, sensação de diminuição de acuidade auditiva, zumbidos, tonturas e vertigens 11. Outros sintomas são: limitação dos movimentos mandibulares, oclusão estática e dinâmicas anormais 11 e também pode haver a presença de ruídos articulares (como estalido e/ou crepitação). O estalo pode ou não ser acompanhado de dor 12 e o estalido (clicking) duplo, na abertura e fechamento mandibular, caracteriza-se por deslocamento do disco articular com redução, e a articulação silenciosa assintomática e limitação na abertura indicam deslocamento do disco articular sem redução. A crepitação freqüentemente indica uma artrose 10.

Para uma correta indicação terapêutica, a avaliação de todos os possíveis sintomas juntamente com o trabalho em equipe é fundamental. Cirurgiões-dentistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, além de psicólogos, otorrinolaringologistas, neurologistas e clínicos da dor devem conjuntamente avaliar os possíveis fatores causais e, cada qual em sua área de atuação, intervir 6.

Sabendo que a DTM está inserida no campo de atuação fonoaudiológica, os objetivos da pesquisa foram: verificar perfil, queixa e principais sinais e sintomas de uma amostra de pacientes com disfunção temporomandibular que estiveram ou estão em tratamento ortodôntico e verificar a ocorrência de atendimentos multidisciplinares.

MÉTODOS

Foi realizada uma pesquisa retrospectiva, por resgate de prontuários de indivíduos com alteração temporomandibular, que passaram ou ainda estavam em tratamento, em uma clínica odontológica da cidade de Sorocaba. A amostra foi composta de 125 prontuários.

As variáveis analisadas foram: sexo, idade, profissão, queixa, três principais sinais e sintomas dos pacientes e a presença de encaminhamento para avaliação fonoaudiológica, fisioterápica e psicológica.

Para classificação das profissões e a divisão das classes profissionais utilizou-se as categorias do Ministério do Trabalho e Emprego, na categoria CBO de 2002 (Classificação Brasileira de Ocupações), utilizando a categoria dos grandes grupos de profissões regulamentadas (GG). Para completar a classificação foi utilizado juntamente a CIUO (Classificação Internacional Uniforme de Ocupações), no qual todas as profissões nacionais estão representadas pelas sigla CIUO - 88 (1).

Os critérios de exclusão foram: crianças menores de 12 anos de idade, com DTM; traumas craniofaciais e uso de prótese total. Já os critérios de inclusão utilizados foram: estar em acompanhamento ou ter sido atendido por um dos ortodontistas, independentemente do tratamento, incluindo na amostra as altas e desistências.

O Comitê de Ética em Pesquisa do Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica aprovou o projeto desta pesquisa sob número 137/07.

Os achados foram apresentados em frequências absolutas e relativas. Para a descrição das variáveis foram utilizadas: variáveis paramétricas (média, desvio-padrão, mínimo e máximo) e variáveis não-paramétricas (frequência e respectivo percentual). O programa utilizado foi SPSS (Statistical Package for Social Sciences), em sua versão 13.0.

RESULTADOS

Após a análise dos 125 prontuários pode-se constatar que houve predominância feminina, sendo 107 mulheres (85,6%) e 18 homens (14,4%) (Figura 1). Quanto à idade obteve-se uma média de 35 anos, sendo a menor idade 14 anos e a maior 74 anos (Tabela 1).

No que se refere à relação profissões e DTM observou-se a seguinte incidência: 43 (34,4%) profissionais com vínculo empregatício; 24 pessoas (19,2%) profissionais do lar; 21 (16,8%) autônomos (de variadas áreas); 12 (9,6%) estudantes (de diferentes áreas); 8 (6,4%) profissionais da área da saúde; 10 (8%) professores de variadas matérias, do ensino infantil à graduação; cinco (4,0%) aposentados; e duas (1,6%) outras profissões, que e que somadas não tiveram número expressivo (Tabela 2).

Outra variável analisada foi quanto às queixas trazidas pelos pacientes que representaram: dor por 86 (68,8%), estalo por 43 (34,4%), travamento por 13 (10,4%), diminuição de abertura de boca por 10 (8%), bruxismo por cinco (4%), fadiga muscular por quatro (3,2%), dificuldade de mastigação por quatro (3,2%), morder lábios e bochechas por dois (1,6%) e apertamento por dois (1,6%) (Tabela 3).

Foram averiguados os principais sinais e sintomas observados na avaliação ortodôntica, resultando: dor na região da ATM e masseter por 98 (78,4%), estalo unilateral por 55 (44%), travamento por 23 (18,4%), diminuição de abertura de boca por 15 (12%), estalo bilateral por 15 (12%), dor de cabeça por 15 (12%), dor durante a mastigação por 13 (10,4%), dificuldade de mastigação por 10 (8%), bruxismo por nove (7,2%), fadiga muscular por seis (4,8%), apertamento por quatro (3,2%), morder lábios e bochechas por três (2,4%), onicofagia por três (2,4%) e zumbido por dois (1,6%) (Figura 2).

Outra variável analisada foi a conduta de encaminhamentos realizados para avaliação da Fonoaudiologia, Fisioterapia e Psicologia, e os resultados obtidos foram: 47,2% de encaminhamentos para avaliação fonoaudiológica, 32% para avaliação fisioterápica e 42,4% para avaliação psicológica, porém esses resultados devem ser considerados de forma especial, já que o mesmo paciente pode ter sido encaminhado para mais de uma especialidade durante o tratamento ortodôntico.

DISCUSSÃO

Na amostra estudada, em acordo com os achados da literatura, a freqüência de casos de DTM foi maior no sexo feminino em comparação ao sexo masculino 5,7,12,15-21. A faixa etária da amostra estudada é semelhante à encontrada na literatura que mostra maior prevalência de DTM entre as idades de 20 e 40 anos 1,7,8,12,15, 16,20.

Um estudo 15 descreveu as características trabalhistas de 150 pacientes de um serviço especializado em DTM e dor orofacial e os autores observaram que houve diversidade de situação profissional e verificou-se maior número de donas-de-casa, estudantes e desempregados, num total de 64% da amostra, e atribuem essa prevalência ao horário de funcionamento do serviço, por apresentarem maior disponibilidade para comparecer ao ambulatório.

Em estudo16 no qual avaliou-se a incidência de hábitos deletérios e posturais, por meio de fichas clínicas e avaliação postural, em 191 pacientes portadores de DTM, pode-se observar que houve grande freqüência de hábitos como colocar a mão no queixo (73,5%), apertar dentes (59,7%) e morder objetos (43,5%) e também 46% dos pacientes apresentavam flexão de cabeça e 70,7% postura atípica dos ombros; houve também associação entre DTM e o exercício de profissões que exigem um maior esforço muscular em 55,5% da amostra estudada, observando-se que há interação entre hábitos deletérios, DTM e profissões que exigem esforço muscular. Outros autores 22 verificaram a associação da classe econômica e do estresse com a ocorrência da DTM e não foi observada associação significante entre classe econômica e DTM, mas há associação direta com o estresse. Porém, não houve dentre a literatura pesquisada, estudos que relacionassem as profissões, o estresse e as DTMs.

No que se refere à queixa trazida pelos pacientes, este dado coincidem com os da literatura. Em trabalho realizado por outros pesquisadores, os motivos pelos quais os pacientes procuraram atendimento foram: dor de cabeça (79%), seguidos por ruídos articulares (44%) 7 e dor na ATM (41%) 7,12,15,23.

Em uma pesquisa 18 verificou-se a ocorrência de pacientes portadores de DTM em um serviço de Otorrinolaringologia, por meio da análise e da avaliação de um questionário dado a 221 pacientes, 21,72% dessa amostra foram considerados necessitando de tratamento para DTM. Os principais sinais e sintomas foram: dor de cabeça (33,5%), dor no pescoço e ombro (28,5%), dor na região do ouvido (29%) e ruídos articulares (25%), sintomas coincidentes aos encontrados em nosso estudo.

Outros autores 17 investigaram a associação de sintomas otológicos (otalgia, zumbido e plenitude auricular) com os achados audiológicos e os outros sinais e sintomas relacionados à desordem temporomandibular em 27 pacientes que responderam um questionário e passaram por avaliação otorrinolaringológica e audiológica. Os sinais e sintomas predominantes foram: o ruído articular, a dor muscular e a dor na região das ATMs, dado este coincidente com o de nossa amostra. Porém os sintomas otológicos foram presentes em 88,88% (59,26% apresentavam otalgia, 74,07% zumbido e 74,07% plenitude auricular) e a conclusão que o estudo fornece é de que há relação entre desordem temporomandibular e sintomas otológicos. Isto difere dos dados encontrados em nossa amostra em que apenas 1,6% dos pacientes apresentaram sintomas otológicos, fato que pode ter ocorrido por se tratar de uma clínica odontológica e os pacientes possivelmente não relacionavam sintomas otológicos a queixa.

No que se refere às condutas de encaminhamentos para a avaliação de áreas correlacionadas a DTM, os dados obtidos apontaram uma boa demanda de encaminhamentos para avaliação fonoaudiológica (47,2%), para avaliação fisioterápica (32%) e avaliação psicológica (42,4%), evidenciando a importância de um trabalho integrado entre as áreas. Essa conduta mostra que um trabalho multidisciplinar 2,6,7,11,12,15,24,25, desempenha um papel fundamental no diagnóstico e tratamento das DTMs.

CONCLUSÃO

De acordo com os resultados obtidos no presente estudo pode-se verificar: um perfil predominantemente de mulheres, com média de 35 anos de idade, com vínculo empregatício e com queixa de dor na consulta; os principais sinais e sintomas de DTM na amostra estudada foram: dor (78%), estalo unilateral (44%) e travamento (18,4%) e houve encaminhamento para avaliação fonoaudiológica em 47,2% dos casos, para avaliação fisioterápica em 32% e avaliação psicológica 42,4%, sendo que o mesmo paciente pode ter sido encaminhado para mais de uma especialidade.

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Recebido em: 31/03/2008
Aceito em: 18/12/09

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